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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Obama: EUA têm chance de desferir golpe fatal na Al-Qaeda


Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede CBS, Obama afirmou que os EUA podem desferir um golpe fatal na Al-Qaeda após a morte de Bin Laden. Foto: Reprodução
Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede CBS, Obama afirmou que os EUA podem desferir um golpe fatal na Al-Qaeda após a morte de Bin Laden
Foto: Reprodução
O presidente Barack Obama afirmou que os Estados Unidos têm a oportunidade de desferir um "golpe fatal" na Al-Qaeda após a morte de seu líder, Osama bin Laden, e a apreensão de informações na casa onde o terrorista se escondia, no Paquistão.
Obama afirmou em uma entrevista transmitida neste domingo ao programa 60 Minutes, da rede CBS, que as informações estão sendo extraídas de computadores, discos rígidos e dispositivos de armazenamento coletados na casa do líder da Al-Qaeda.
"Isto não significa que vamos derrotar o terrorismo", afirmou. "Isto não significa que a Al-Qaeda não tenha se espalhado para outras partes do mundo onde temos que, vocês sabem, realizar operações". "Mas isto significa que temos uma chance, eu acho, de realmente desferir um golpe fatal nesta organização, se seguirmos agressivamente nos próximos meses".
O presidente americano, que assistiu da Situation Room da Casa Branca ao ataque contra o esconderijo de Bin Laden, afirmou que vai "demorar algum tempo" para explorar os dados encontrados. "Estamos, obviamente, colocando tudo o que temos em análises e avaliando todas as informações", disse Obama. "Mas prevemos que podem nos levar a outros terroristas que estamos procurando há um longo tempo, outros alvos de grande valor".
As autoridades americanas podem aprender potencialmente sobre conspirações já existentes, como a Al-Qaeda operava e seus métodos de comunicação, explicou o presidente. "E agora temos a oportunidade, ainda não terminamos, mas temos a oportunidade, eu acho, de realmente e finalmente derrotar - pelo menos a Al-Qaeda na região fronteiriça entre o Paquistão e o Afeganistão".
Obama ainda elogiou os integrantes do Seal, da Marinha, comando que realizou a operação. "É um breu completo, eles estão tirando paredes, portas falsas, recebendo tiros, eles mataram Bin Laden, e ainda tiveram a presença de espírito de reunir um monte de material de Bin Laden, que será um tesouro de informações", afirmou.
Obama começou a entrevista afirmando a importância da operação. "Bin laden não foi apenas um símbolo do terrorismo, mas um assassino em massa que fugiu da Justiça por muito tempo", disse. O presidente americano afirmou que recebeu a informação de que Bin Laden poderia estar na casa no Paquistão em agosto de 2010 e, na época, acreditaria que estava "na hora de começar a planejar algo". Somente no início deste ano, o planejamento para o ataque começou.
Sobre o fato do terrorista estar em uma casa em um bairro residencial, e não em uma caverna como muitos acreditavam, Obama disse que, ironicamente, achava "que a imagem que Bin Laden havia tentado passar é que ele era um asceta, vivendo em uma caverna. Esse cara estava vivendo em um complexo de milhões de dólares em um bairro residencial".
Para o presidente americano, havia muitas preocupações, como política internacional, na ação, mas o mais importante, era a segurança dos soldados. "Minha maior preocupação era: se eu mando aqueles caras (os soldados) lá e a Lei de Murphy entra em ação e alguma coisa acontece, nós poderemos tirar nossos caras de lá? Essa era (a preocupação) número um".
Perguntado se falhas do passado, como as duas tentativas de resgate de 52 reféns na embaixada americana no Irã em 1980, preocuparam Obama antes dele tomar a decisão, o presidente americano disse que sim. "E, você sabe, eu sou muito sensível à situação de outros presidentes onde você toma uma decisão, você estava dando seu melhor tiro, e algo dá errado - porque estas são operações difíceis, complicadas. E sim, absolutamente sim. Um dia antes eu (ainda) estava pensando sobre isso um pouco".
O segredo e o alívio
Questionado se havia contado a alguém sobre a operação, como a primeira-dama Michelle, Obama respondeu que um dos motivos que levou ao sucesso da ação foi "que conseguimos manter o segredo". Ele afirmou ainda que a ação não foi revelada nem mesmo às autoridades paquistanesas.
Quando ouviu que Bin Laden estava morto, Obama disse ter se sentido "aliviado" e queria que os soldados saíssem em segurança do Paquistão. Perguntado sobre suas reações após o fim da operação, Obama afirma ter dito: "nós o pegamos."
Osama bin Laden é morto no Paquistão
No final da noite de 1º de maio (madrugada do dia 2 no Brasil), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou a morte do terrorista Osama bin Laden. "A justiça foi feita", afirmou Obama num discurso histórico representando o ápice da chamada "guerra ao terror", iniciada em 2001 pelo seu predecessor, George W. Bush. Osama foi encontrado e morto em uma mansão na cidade paquistanesa de Abbottabad, próxima à capital Islamabad, após meses de investigação secreta dos Estados Unidos .
A morte de Bin Laden - o filho de uma milionária família que acabou por se tornar o principal ícone do terrorismo contemporâneo -, foi recebida com enorme entusiasmo nos Estados Unidos e massivamente saudada pela comunidade internacional. Três dias depois e ainda em meio resquícios de dúvidas sobre o fim de Bin Laden, a Casa Branca decidiu não divulgar as fotos do terrorista morto. Enquanto isso, Estados Unidos e Paquistão debatem entre si as responsabilidades e falhas na localização do líder da Al-Qaeda.

Obama: EUA têm chance de desferir golpe fatal na Al-Qaeda


Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede CBS, Obama afirmou que os EUA podem desferir um golpe fatal na Al-Qaeda após a morte de Bin Laden. Foto: Reprodução
Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede CBS, Obama afirmou que os EUA podem desferir um golpe fatal na Al-Qaeda após a morte de Bin Laden
Foto: Reprodução
O presidente Barack Obama afirmou que os Estados Unidos têm a oportunidade de desferir um "golpe fatal" na Al-Qaeda após a morte de seu líder, Osama bin Laden, e a apreensão de informações na casa onde o terrorista se escondia, no Paquistão.
Obama afirmou em uma entrevista transmitida neste domingo ao programa 60 Minutes, da rede CBS, que as informações estão sendo extraídas de computadores, discos rígidos e dispositivos de armazenamento coletados na casa do líder da Al-Qaeda.
"Isto não significa que vamos derrotar o terrorismo", afirmou. "Isto não significa que a Al-Qaeda não tenha se espalhado para outras partes do mundo onde temos que, vocês sabem, realizar operações". "Mas isto significa que temos uma chance, eu acho, de realmente desferir um golpe fatal nesta organização, se seguirmos agressivamente nos próximos meses".
O presidente americano, que assistiu da Situation Room da Casa Branca ao ataque contra o esconderijo de Bin Laden, afirmou que vai "demorar algum tempo" para explorar os dados encontrados. "Estamos, obviamente, colocando tudo o que temos em análises e avaliando todas as informações", disse Obama. "Mas prevemos que podem nos levar a outros terroristas que estamos procurando há um longo tempo, outros alvos de grande valor".
As autoridades americanas podem aprender potencialmente sobre conspirações já existentes, como a Al-Qaeda operava e seus métodos de comunicação, explicou o presidente. "E agora temos a oportunidade, ainda não terminamos, mas temos a oportunidade, eu acho, de realmente e finalmente derrotar - pelo menos a Al-Qaeda na região fronteiriça entre o Paquistão e o Afeganistão".
Obama ainda elogiou os integrantes do Seal, da Marinha, comando que realizou a operação. "É um breu completo, eles estão tirando paredes, portas falsas, recebendo tiros, eles mataram Bin Laden, e ainda tiveram a presença de espírito de reunir um monte de material de Bin Laden, que será um tesouro de informações", afirmou.
Obama começou a entrevista afirmando a importância da operação. "Bin laden não foi apenas um símbolo do terrorismo, mas um assassino em massa que fugiu da Justiça por muito tempo", disse. O presidente americano afirmou que recebeu a informação de que Bin Laden poderia estar na casa no Paquistão em agosto de 2010 e, na época, acreditaria que estava "na hora de começar a planejar algo". Somente no início deste ano, o planejamento para o ataque começou.
Sobre o fato do terrorista estar em uma casa em um bairro residencial, e não em uma caverna como muitos acreditavam, Obama disse que, ironicamente, achava "que a imagem que Bin Laden havia tentado passar é que ele era um asceta, vivendo em uma caverna. Esse cara estava vivendo em um complexo de milhões de dólares em um bairro residencial".
Para o presidente americano, havia muitas preocupações, como política internacional, na ação, mas o mais importante, era a segurança dos soldados. "Minha maior preocupação era: se eu mando aqueles caras (os soldados) lá e a Lei de Murphy entra em ação e alguma coisa acontece, nós poderemos tirar nossos caras de lá? Essa era (a preocupação) número um".
Perguntado se falhas do passado, como as duas tentativas de resgate de 52 reféns na embaixada americana no Irã em 1980, preocuparam Obama antes dele tomar a decisão, o presidente americano disse que sim. "E, você sabe, eu sou muito sensível à situação de outros presidentes onde você toma uma decisão, você estava dando seu melhor tiro, e algo dá errado - porque estas são operações difíceis, complicadas. E sim, absolutamente sim. Um dia antes eu (ainda) estava pensando sobre isso um pouco".
O segredo e o alívio
Questionado se havia contado a alguém sobre a operação, como a primeira-dama Michelle, Obama respondeu que um dos motivos que levou ao sucesso da ação foi "que conseguimos manter o segredo". Ele afirmou ainda que a ação não foi revelada nem mesmo às autoridades paquistanesas.
Quando ouviu que Bin Laden estava morto, Obama disse ter se sentido "aliviado" e queria que os soldados saíssem em segurança do Paquistão. Perguntado sobre suas reações após o fim da operação, Obama afirma ter dito: "nós o pegamos."
Osama bin Laden é morto no Paquistão
No final da noite de 1º de maio (madrugada do dia 2 no Brasil), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou a morte do terrorista Osama bin Laden. "A justiça foi feita", afirmou Obama num discurso histórico representando o ápice da chamada "guerra ao terror", iniciada em 2001 pelo seu predecessor, George W. Bush. Osama foi encontrado e morto em uma mansão na cidade paquistanesa de Abbottabad, próxima à capital Islamabad, após meses de investigação secreta dos Estados Unidos .
A morte de Bin Laden - o filho de uma milionária família que acabou por se tornar o principal ícone do terrorismo contemporâneo -, foi recebida com enorme entusiasmo nos Estados Unidos e massivamente saudada pela comunidade internacional. Três dias depois e ainda em meio resquícios de dúvidas sobre o fim de Bin Laden, a Casa Branca decidiu não divulgar as fotos do terrorista morto. Enquanto isso, Estados Unidos e Paquistão debatem entre si as responsabilidades e falhas na localização do líder da Al-Qaeda.

Obama: EUA têm chance de desferir golpe fatal na Al-Qaeda


Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede CBS, Obama afirmou que os EUA podem desferir um golpe fatal na Al-Qaeda após a morte de Bin Laden. Foto: Reprodução
Em entrevista ao programa 60 Minutes, da rede CBS, Obama afirmou que os EUA podem desferir um golpe fatal na Al-Qaeda após a morte de Bin Laden
Foto: Reprodução
O presidente Barack Obama afirmou que os Estados Unidos têm a oportunidade de desferir um "golpe fatal" na Al-Qaeda após a morte de seu líder, Osama bin Laden, e a apreensão de informações na casa onde o terrorista se escondia, no Paquistão.
Obama afirmou em uma entrevista transmitida neste domingo ao programa 60 Minutes, da rede CBS, que as informações estão sendo extraídas de computadores, discos rígidos e dispositivos de armazenamento coletados na casa do líder da Al-Qaeda.
"Isto não significa que vamos derrotar o terrorismo", afirmou. "Isto não significa que a Al-Qaeda não tenha se espalhado para outras partes do mundo onde temos que, vocês sabem, realizar operações". "Mas isto significa que temos uma chance, eu acho, de realmente desferir um golpe fatal nesta organização, se seguirmos agressivamente nos próximos meses".
O presidente americano, que assistiu da Situation Room da Casa Branca ao ataque contra o esconderijo de Bin Laden, afirmou que vai "demorar algum tempo" para explorar os dados encontrados. "Estamos, obviamente, colocando tudo o que temos em análises e avaliando todas as informações", disse Obama. "Mas prevemos que podem nos levar a outros terroristas que estamos procurando há um longo tempo, outros alvos de grande valor".
As autoridades americanas podem aprender potencialmente sobre conspirações já existentes, como a Al-Qaeda operava e seus métodos de comunicação, explicou o presidente. "E agora temos a oportunidade, ainda não terminamos, mas temos a oportunidade, eu acho, de realmente e finalmente derrotar - pelo menos a Al-Qaeda na região fronteiriça entre o Paquistão e o Afeganistão".
Obama ainda elogiou os integrantes do Seal, da Marinha, comando que realizou a operação. "É um breu completo, eles estão tirando paredes, portas falsas, recebendo tiros, eles mataram Bin Laden, e ainda tiveram a presença de espírito de reunir um monte de material de Bin Laden, que será um tesouro de informações", afirmou.
Obama começou a entrevista afirmando a importância da operação. "Bin laden não foi apenas um símbolo do terrorismo, mas um assassino em massa que fugiu da Justiça por muito tempo", disse. O presidente americano afirmou que recebeu a informação de que Bin Laden poderia estar na casa no Paquistão em agosto de 2010 e, na época, acreditaria que estava "na hora de começar a planejar algo". Somente no início deste ano, o planejamento para o ataque começou.
Sobre o fato do terrorista estar em uma casa em um bairro residencial, e não em uma caverna como muitos acreditavam, Obama disse que, ironicamente, achava "que a imagem que Bin Laden havia tentado passar é que ele era um asceta, vivendo em uma caverna. Esse cara estava vivendo em um complexo de milhões de dólares em um bairro residencial".
Para o presidente americano, havia muitas preocupações, como política internacional, na ação, mas o mais importante, era a segurança dos soldados. "Minha maior preocupação era: se eu mando aqueles caras (os soldados) lá e a Lei de Murphy entra em ação e alguma coisa acontece, nós poderemos tirar nossos caras de lá? Essa era (a preocupação) número um".
Perguntado se falhas do passado, como as duas tentativas de resgate de 52 reféns na embaixada americana no Irã em 1980, preocuparam Obama antes dele tomar a decisão, o presidente americano disse que sim. "E, você sabe, eu sou muito sensível à situação de outros presidentes onde você toma uma decisão, você estava dando seu melhor tiro, e algo dá errado - porque estas são operações difíceis, complicadas. E sim, absolutamente sim. Um dia antes eu (ainda) estava pensando sobre isso um pouco".
O segredo e o alívio
Questionado se havia contado a alguém sobre a operação, como a primeira-dama Michelle, Obama respondeu que um dos motivos que levou ao sucesso da ação foi "que conseguimos manter o segredo". Ele afirmou ainda que a ação não foi revelada nem mesmo às autoridades paquistanesas.
Quando ouviu que Bin Laden estava morto, Obama disse ter se sentido "aliviado" e queria que os soldados saíssem em segurança do Paquistão. Perguntado sobre suas reações após o fim da operação, Obama afirma ter dito: "nós o pegamos."
Osama bin Laden é morto no Paquistão
No final da noite de 1º de maio (madrugada do dia 2 no Brasil), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou a morte do terrorista Osama bin Laden. "A justiça foi feita", afirmou Obama num discurso histórico representando o ápice da chamada "guerra ao terror", iniciada em 2001 pelo seu predecessor, George W. Bush. Osama foi encontrado e morto em uma mansão na cidade paquistanesa de Abbottabad, próxima à capital Islamabad, após meses de investigação secreta dos Estados Unidos .
A morte de Bin Laden - o filho de uma milionária família que acabou por se tornar o principal ícone do terrorismo contemporâneo -, foi recebida com enorme entusiasmo nos Estados Unidos e massivamente saudada pela comunidade internacional. Três dias depois e ainda em meio resquícios de dúvidas sobre o fim de Bin Laden, a Casa Branca decidiu não divulgar as fotos do terrorista morto. Enquanto isso, Estados Unidos e Paquistão debatem entre si as responsabilidades e falhas na localização do líder da Al-Qaeda.

Facebook permitiu vazamento de dados de usuários durante anos

O Facebook deixou aberto, acidentalmente, uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede .... Foto: Reuters
O Facebook deixou aberto, acidentalmente, uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede social
Foto: Reuters
O maior site de relacionamento do mundo, o Facebook, deixou aberta acidentalmente uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede social, revelou nesta terça-feira a empresa americana de segurança Symantec em relatório.
Segundo a empresa, os links que vazaram permitiam mudar perfis, mandar mensagens, postar recados em murais ou outras opções. Isso foi possível, diz a empresa, porque as aplicações do Facebook são programas de softwares da web integrados à plataforma online da rede social, sendo passíveis de compartilhamento.
Segundo a empresa, 20 milhões de aplicativos são instalados todos os dias e trazem o risco de aberturas para vazamentos como esse. "Felizmente, estes terceiros podem não ter percebido que poderiam acessar essas informações", disse Nishant Doshi, da Symantec. "Nós reportamos essa questão ao Facebook, que tem tomado as providências cabíveis para eliminar esse problema".
A Symantec estima que em abril aproximadamente 100 mil aplicativos estavam dando acesso a arquivos do Facebook. "Nós avaliamos que com o passar dos anos, centenas de milhares de aplicativos podem, inadvertidamente, vazar milhões de perfis de acesso para terceiros", disse Doshi.
O Facebook confirmou o problema, que foi descoberto pela Symantec e por outra empresa de segurança, a Candid Wueest. Segundo ambas, não há uma estimativa confiável de quantos cadastros vazaram desde o lançamento dos aplicativos do Facebook, em 2007.
Independentemente das medidas tomadas pelo Facebook, o material pode ainda estar acessível em aquivos de computadores de terceiros, alertou a Symantec. "Os usuários do Facebook que estiverem preocupados podem mudar suas senhas para invalidar os acessos indevidos", aconselhou Doshi.
Facebook fala
"Infelizmente, o relatório resultante que eles (Symantec) divulgaram continha certas imprecisões. Especificamente, conduzimos uma investigação completa que não revelou provas de que o problema tenha resultado em exposição de informação de usuários a terceiras partes não autorizadas," afirmou Malorie Lucich, porta-voz do Facebook, em comunicado, segundo a agência Reuters.
Lucich também afirmou que o relatório ignora as obrigações contratuais de anunciantes e criadores de software, que os proíbem de obter ou compartilhar informações de usuários de forma que "viole nossas diretrizes." Ela confirmou ainda que a empresa havia removido a API (Application Programming Interface) desatualizada a que o relatório da Symantec se referia.

Facebook permitiu vazamento de dados de usuários durante anos

O Facebook deixou aberto, acidentalmente, uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede .... Foto: Reuters
O Facebook deixou aberto, acidentalmente, uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede social
Foto: Reuters
O maior site de relacionamento do mundo, o Facebook, deixou aberta acidentalmente uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede social, revelou nesta terça-feira a empresa americana de segurança Symantec em relatório.
Segundo a empresa, os links que vazaram permitiam mudar perfis, mandar mensagens, postar recados em murais ou outras opções. Isso foi possível, diz a empresa, porque as aplicações do Facebook são programas de softwares da web integrados à plataforma online da rede social, sendo passíveis de compartilhamento.
Segundo a empresa, 20 milhões de aplicativos são instalados todos os dias e trazem o risco de aberturas para vazamentos como esse. "Felizmente, estes terceiros podem não ter percebido que poderiam acessar essas informações", disse Nishant Doshi, da Symantec. "Nós reportamos essa questão ao Facebook, que tem tomado as providências cabíveis para eliminar esse problema".
A Symantec estima que em abril aproximadamente 100 mil aplicativos estavam dando acesso a arquivos do Facebook. "Nós avaliamos que com o passar dos anos, centenas de milhares de aplicativos podem, inadvertidamente, vazar milhões de perfis de acesso para terceiros", disse Doshi.
O Facebook confirmou o problema, que foi descoberto pela Symantec e por outra empresa de segurança, a Candid Wueest. Segundo ambas, não há uma estimativa confiável de quantos cadastros vazaram desde o lançamento dos aplicativos do Facebook, em 2007.
Independentemente das medidas tomadas pelo Facebook, o material pode ainda estar acessível em aquivos de computadores de terceiros, alertou a Symantec. "Os usuários do Facebook que estiverem preocupados podem mudar suas senhas para invalidar os acessos indevidos", aconselhou Doshi.
Facebook fala
"Infelizmente, o relatório resultante que eles (Symantec) divulgaram continha certas imprecisões. Especificamente, conduzimos uma investigação completa que não revelou provas de que o problema tenha resultado em exposição de informação de usuários a terceiras partes não autorizadas," afirmou Malorie Lucich, porta-voz do Facebook, em comunicado, segundo a agência Reuters.
Lucich também afirmou que o relatório ignora as obrigações contratuais de anunciantes e criadores de software, que os proíbem de obter ou compartilhar informações de usuários de forma que "viole nossas diretrizes." Ela confirmou ainda que a empresa havia removido a API (Application Programming Interface) desatualizada a que o relatório da Symantec se referia.

Facebook permitiu vazamento de dados de usuários durante anos

O Facebook deixou aberto, acidentalmente, uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede .... Foto: Reuters
O Facebook deixou aberto, acidentalmente, uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede social
Foto: Reuters
O maior site de relacionamento do mundo, o Facebook, deixou aberta acidentalmente uma porta para anunciantes acessarem arquivos, fotos, conversas e arquivos pessoais de usuários da rede social, revelou nesta terça-feira a empresa americana de segurança Symantec em relatório.
Segundo a empresa, os links que vazaram permitiam mudar perfis, mandar mensagens, postar recados em murais ou outras opções. Isso foi possível, diz a empresa, porque as aplicações do Facebook são programas de softwares da web integrados à plataforma online da rede social, sendo passíveis de compartilhamento.
Segundo a empresa, 20 milhões de aplicativos são instalados todos os dias e trazem o risco de aberturas para vazamentos como esse. "Felizmente, estes terceiros podem não ter percebido que poderiam acessar essas informações", disse Nishant Doshi, da Symantec. "Nós reportamos essa questão ao Facebook, que tem tomado as providências cabíveis para eliminar esse problema".
A Symantec estima que em abril aproximadamente 100 mil aplicativos estavam dando acesso a arquivos do Facebook. "Nós avaliamos que com o passar dos anos, centenas de milhares de aplicativos podem, inadvertidamente, vazar milhões de perfis de acesso para terceiros", disse Doshi.
O Facebook confirmou o problema, que foi descoberto pela Symantec e por outra empresa de segurança, a Candid Wueest. Segundo ambas, não há uma estimativa confiável de quantos cadastros vazaram desde o lançamento dos aplicativos do Facebook, em 2007.
Independentemente das medidas tomadas pelo Facebook, o material pode ainda estar acessível em aquivos de computadores de terceiros, alertou a Symantec. "Os usuários do Facebook que estiverem preocupados podem mudar suas senhas para invalidar os acessos indevidos", aconselhou Doshi.
Facebook fala
"Infelizmente, o relatório resultante que eles (Symantec) divulgaram continha certas imprecisões. Especificamente, conduzimos uma investigação completa que não revelou provas de que o problema tenha resultado em exposição de informação de usuários a terceiras partes não autorizadas," afirmou Malorie Lucich, porta-voz do Facebook, em comunicado, segundo a agência Reuters.
Lucich também afirmou que o relatório ignora as obrigações contratuais de anunciantes e criadores de software, que os proíbem de obter ou compartilhar informações de usuários de forma que "viole nossas diretrizes." Ela confirmou ainda que a empresa havia removido a API (Application Programming Interface) desatualizada a que o relatório da Symantec se referia.

Maria não vai emprestar dinheiro para Mauricio

Reprodução / Rede Globo

Campeã do BBB 11 responde perguntas de internautas

Do R7
Depois de receber muitos elogios da atriz Deborah Secco, que disse por telefone que a paulista representou muito bem as mulheres, Maria respondeu uma constrangedora pergunta dos internautas na madrugada desta quarta-feira (20).
- Se o Maumau te pedir dinheiro emprestado, o que você vai fazer?
A campeã do Big Brother Brasil 11 foi bem objetiva.
- Para ele, eu não empresto.
A vencedora do reality confirmou ainda no bate-papo que ficou muito magoada com o músico.
- O jeito que ele me olhou quando voltou para casa me magoou muito. Eu nem tinha ficado com Wesley, mas agora já passou e eu estou muito feliz.
Por último, Maria disse o que pretende fazer com o prêmio de R$ 1, 5 milhão.
- A gente tem que ter todo cuidado com dinheiro senão ele voa. Eu vou guardar e aplicar.

Maria não vai emprestar dinheiro para Mauricio

Reprodução / Rede Globo

Campeã do BBB 11 responde perguntas de internautas

Do R7
Depois de receber muitos elogios da atriz Deborah Secco, que disse por telefone que a paulista representou muito bem as mulheres, Maria respondeu uma constrangedora pergunta dos internautas na madrugada desta quarta-feira (20).
- Se o Maumau te pedir dinheiro emprestado, o que você vai fazer?
A campeã do Big Brother Brasil 11 foi bem objetiva.
- Para ele, eu não empresto.
A vencedora do reality confirmou ainda no bate-papo que ficou muito magoada com o músico.
- O jeito que ele me olhou quando voltou para casa me magoou muito. Eu nem tinha ficado com Wesley, mas agora já passou e eu estou muito feliz.
Por último, Maria disse o que pretende fazer com o prêmio de R$ 1, 5 milhão.
- A gente tem que ter todo cuidado com dinheiro senão ele voa. Eu vou guardar e aplicar.

Maria não vai emprestar dinheiro para Mauricio

Reprodução / Rede Globo

Campeã do BBB 11 responde perguntas de internautas

Do R7
Depois de receber muitos elogios da atriz Deborah Secco, que disse por telefone que a paulista representou muito bem as mulheres, Maria respondeu uma constrangedora pergunta dos internautas na madrugada desta quarta-feira (20).
- Se o Maumau te pedir dinheiro emprestado, o que você vai fazer?
A campeã do Big Brother Brasil 11 foi bem objetiva.
- Para ele, eu não empresto.
A vencedora do reality confirmou ainda no bate-papo que ficou muito magoada com o músico.
- O jeito que ele me olhou quando voltou para casa me magoou muito. Eu nem tinha ficado com Wesley, mas agora já passou e eu estou muito feliz.
Por último, Maria disse o que pretende fazer com o prêmio de R$ 1, 5 milhão.
- A gente tem que ter todo cuidado com dinheiro senão ele voa. Eu vou guardar e aplicar.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Enquanto isso no casamento real


E depois falaram que iam adiar a lua de mel O.O

Enquanto isso no casamento real


E depois falaram que iam adiar a lua de mel O.O

Enquanto isso no casamento real


E depois falaram que iam adiar a lua de mel O.O

Morre o dançarino de funk Lacraia



O dançarino de funk Marco Aurélio Silva Rocha, mais conhecido como Lacraia, de 33 anos,  morreu, por volta das 5h desta terça-feira, no Hospital Universitário Gafree Guinle, na Tijuca. Lacaria ficou famoso por formar dupla com o cantor Mc Serginho. Enquanto seu parceiro, Serginho cantava, Lacraia fazia coreografias. Uma das mais famosas era a da música Eguinha Pocotó.
A notícia da morte foi dada pelo promoter David Brazil em seu Twitter. No microblog, David diz: "Ô meu pai celestial, acabei de receber uma noticia tão triste, a animadíssima LACRAIA faleceu hoje as 5 da manha. QUE DEUS A TENHA!".
A notícia da morte teria sido dada pela própria irmã do dançarino. Ele disse ainda desconhecer as causas da morte dele. "Amados, não sei a causa, ela estava dodói, cheguei a visita-la na sexta feira, hoje cedo sua irmã me ligou dando a triste noticia.", contou David Brazil.
O hospital não informou a causa da morte e nem há quanto tempo Lacraia estava internado. Segundo amigos do artista, ele era vítima de uma doença crônica e estava internado há várias semanas na instituição.

Sepultamento
A assessoria do hospital informou que, a pedido da família de Lacraia, não pode divulgar a causa de sua morte. O corpo da dançarina será velado na sala 1 na capela Santa Rita de Cássia, do cemitério Inhaúma, e enterrado na próxima quarta-feira (11), às 10h, também no cemitério, localizado no Rio de Janeiro.

Morre o dançarino de funk Lacraia



O dançarino de funk Marco Aurélio Silva Rocha, mais conhecido como Lacraia, de 33 anos,  morreu, por volta das 5h desta terça-feira, no Hospital Universitário Gafree Guinle, na Tijuca. Lacaria ficou famoso por formar dupla com o cantor Mc Serginho. Enquanto seu parceiro, Serginho cantava, Lacraia fazia coreografias. Uma das mais famosas era a da música Eguinha Pocotó.
A notícia da morte foi dada pelo promoter David Brazil em seu Twitter. No microblog, David diz: "Ô meu pai celestial, acabei de receber uma noticia tão triste, a animadíssima LACRAIA faleceu hoje as 5 da manha. QUE DEUS A TENHA!".
A notícia da morte teria sido dada pela própria irmã do dançarino. Ele disse ainda desconhecer as causas da morte dele. "Amados, não sei a causa, ela estava dodói, cheguei a visita-la na sexta feira, hoje cedo sua irmã me ligou dando a triste noticia.", contou David Brazil.
O hospital não informou a causa da morte e nem há quanto tempo Lacraia estava internado. Segundo amigos do artista, ele era vítima de uma doença crônica e estava internado há várias semanas na instituição.

Sepultamento
A assessoria do hospital informou que, a pedido da família de Lacraia, não pode divulgar a causa de sua morte. O corpo da dançarina será velado na sala 1 na capela Santa Rita de Cássia, do cemitério Inhaúma, e enterrado na próxima quarta-feira (11), às 10h, também no cemitério, localizado no Rio de Janeiro.

Morre o dançarino de funk Lacraia



O dançarino de funk Marco Aurélio Silva Rocha, mais conhecido como Lacraia, de 33 anos,  morreu, por volta das 5h desta terça-feira, no Hospital Universitário Gafree Guinle, na Tijuca. Lacaria ficou famoso por formar dupla com o cantor Mc Serginho. Enquanto seu parceiro, Serginho cantava, Lacraia fazia coreografias. Uma das mais famosas era a da música Eguinha Pocotó.
A notícia da morte foi dada pelo promoter David Brazil em seu Twitter. No microblog, David diz: "Ô meu pai celestial, acabei de receber uma noticia tão triste, a animadíssima LACRAIA faleceu hoje as 5 da manha. QUE DEUS A TENHA!".
A notícia da morte teria sido dada pela própria irmã do dançarino. Ele disse ainda desconhecer as causas da morte dele. "Amados, não sei a causa, ela estava dodói, cheguei a visita-la na sexta feira, hoje cedo sua irmã me ligou dando a triste noticia.", contou David Brazil.
O hospital não informou a causa da morte e nem há quanto tempo Lacraia estava internado. Segundo amigos do artista, ele era vítima de uma doença crônica e estava internado há várias semanas na instituição.

Sepultamento
A assessoria do hospital informou que, a pedido da família de Lacraia, não pode divulgar a causa de sua morte. O corpo da dançarina será velado na sala 1 na capela Santa Rita de Cássia, do cemitério Inhaúma, e enterrado na próxima quarta-feira (11), às 10h, também no cemitério, localizado no Rio de Janeiro.

Mais um pouco e a Globo vira Record

Em entrevista a Mauricio Stycer, crítico de TV do UOL, o diretor-geral da Globo, Octavio Floribal, assume, com aquele jeitão autossuficiente, que a emissora vai ter que correr atrás do prejuízo. E da Record, quem diria!
Até que enfim o governo Lula começou para a Rede Globo. Como sempre, com décadas de atraso, a Velha Senhora percebe que o Brasil mudou. Mais um pouco e vai ter que aceitar que vivemos em uma democracia.
Observem o que diz o texto, logo no início:
“No embalo do crescimento econômico recente do país e das projeções otimistas para os próximos anos, a Rede Globo aprofundou um processo de modificações em sua programação para atender a uma nova clientela: a emergente classe C. As mudanças afetam as áreas de novelas, os programas de humor e o jornalismo. E objetivam deixar a programação mais popular. A nova classe C, na visão da emissora, quer se ver retratada nas telas.”
Eureka!
Então, quer dizer, finalmente, que a “popularização” que a Record pratica há anos, sempre sob o olhar arrogante e presunçoso dos oráculos globais, estava certa? Mais um pouco e a Globo renegará as elites deste país, a quem tão bem serviu.
Jornalismo popular a Record sempre fez, com a clara intenção de se comunicar com as classes C, D e E, que, para o executivo (vejam só), “têm uma vida própria, com características próprias. Nós precisamos atendê-los”. Incrível. Visionário, não é mesmo?
Telejornais conversados, reportagens com plano sequência, inteligíveis para todos, e com temas pertinentes à vida de qualquer cidadão comum fazem parte do noticiário da Record há anos. Por algum milagre, deixarão de ser apelidados de “sensacionalistas” e “apelativos”.
Percebam o quanto um homem pode se regenerar, nas sábias palavras de Florisbal: “Eles têm que ver a sua realidade retratada nos telejornais. Eles querem ter uma linguagem mais simples, para entender melhor.” Eles quem? A classe média “emergente”.
Mais um pouco e a Globo admitirá que existem pobres neste país! E é capaz até de colocá-los em sua programação, sempre tão elitista, repleta de milionários em seus jatinhos, nas novelas em que os ricos e canalhas sempre se dão bem.
Na Record, favela é cenário desde Vidas Opostas, novela de 2006. Repito: 2006. Pela entrevista, somos advertidos que a próxima novela de Aguinaldo Silva vai se passar na “periferia”. Uau. Que revolução.
Capaz de vermos gente humilde vestida com roupas humildes na tela da Globo. Como farão com os merchandisings? Fiquei curiosíssimo.
Florisbal, mediúnico como ele só, percebeu que houve em nosso país uma forte “mobilidade social ocorrida em função do crescimento da renda e do emprego”.
Talvez isso explique a crise por que passam o PSDB e o DEM (não, não mudei de assunto). Mais um pouco, uma década talvez, e a Globo vai perceber que o governo Lula acabou. Entrou uma mulher no lugar. É o que dizem por aí.

Mais um pouco e a Globo vira Record

Em entrevista a Mauricio Stycer, crítico de TV do UOL, o diretor-geral da Globo, Octavio Floribal, assume, com aquele jeitão autossuficiente, que a emissora vai ter que correr atrás do prejuízo. E da Record, quem diria!
Até que enfim o governo Lula começou para a Rede Globo. Como sempre, com décadas de atraso, a Velha Senhora percebe que o Brasil mudou. Mais um pouco e vai ter que aceitar que vivemos em uma democracia.
Observem o que diz o texto, logo no início:
“No embalo do crescimento econômico recente do país e das projeções otimistas para os próximos anos, a Rede Globo aprofundou um processo de modificações em sua programação para atender a uma nova clientela: a emergente classe C. As mudanças afetam as áreas de novelas, os programas de humor e o jornalismo. E objetivam deixar a programação mais popular. A nova classe C, na visão da emissora, quer se ver retratada nas telas.”
Eureka!
Então, quer dizer, finalmente, que a “popularização” que a Record pratica há anos, sempre sob o olhar arrogante e presunçoso dos oráculos globais, estava certa? Mais um pouco e a Globo renegará as elites deste país, a quem tão bem serviu.
Jornalismo popular a Record sempre fez, com a clara intenção de se comunicar com as classes C, D e E, que, para o executivo (vejam só), “têm uma vida própria, com características próprias. Nós precisamos atendê-los”. Incrível. Visionário, não é mesmo?
Telejornais conversados, reportagens com plano sequência, inteligíveis para todos, e com temas pertinentes à vida de qualquer cidadão comum fazem parte do noticiário da Record há anos. Por algum milagre, deixarão de ser apelidados de “sensacionalistas” e “apelativos”.
Percebam o quanto um homem pode se regenerar, nas sábias palavras de Florisbal: “Eles têm que ver a sua realidade retratada nos telejornais. Eles querem ter uma linguagem mais simples, para entender melhor.” Eles quem? A classe média “emergente”.
Mais um pouco e a Globo admitirá que existem pobres neste país! E é capaz até de colocá-los em sua programação, sempre tão elitista, repleta de milionários em seus jatinhos, nas novelas em que os ricos e canalhas sempre se dão bem.
Na Record, favela é cenário desde Vidas Opostas, novela de 2006. Repito: 2006. Pela entrevista, somos advertidos que a próxima novela de Aguinaldo Silva vai se passar na “periferia”. Uau. Que revolução.
Capaz de vermos gente humilde vestida com roupas humildes na tela da Globo. Como farão com os merchandisings? Fiquei curiosíssimo.
Florisbal, mediúnico como ele só, percebeu que houve em nosso país uma forte “mobilidade social ocorrida em função do crescimento da renda e do emprego”.
Talvez isso explique a crise por que passam o PSDB e o DEM (não, não mudei de assunto). Mais um pouco, uma década talvez, e a Globo vai perceber que o governo Lula acabou. Entrou uma mulher no lugar. É o que dizem por aí.

Mais um pouco e a Globo vira Record

Em entrevista a Mauricio Stycer, crítico de TV do UOL, o diretor-geral da Globo, Octavio Floribal, assume, com aquele jeitão autossuficiente, que a emissora vai ter que correr atrás do prejuízo. E da Record, quem diria!
Até que enfim o governo Lula começou para a Rede Globo. Como sempre, com décadas de atraso, a Velha Senhora percebe que o Brasil mudou. Mais um pouco e vai ter que aceitar que vivemos em uma democracia.
Observem o que diz o texto, logo no início:
“No embalo do crescimento econômico recente do país e das projeções otimistas para os próximos anos, a Rede Globo aprofundou um processo de modificações em sua programação para atender a uma nova clientela: a emergente classe C. As mudanças afetam as áreas de novelas, os programas de humor e o jornalismo. E objetivam deixar a programação mais popular. A nova classe C, na visão da emissora, quer se ver retratada nas telas.”
Eureka!
Então, quer dizer, finalmente, que a “popularização” que a Record pratica há anos, sempre sob o olhar arrogante e presunçoso dos oráculos globais, estava certa? Mais um pouco e a Globo renegará as elites deste país, a quem tão bem serviu.
Jornalismo popular a Record sempre fez, com a clara intenção de se comunicar com as classes C, D e E, que, para o executivo (vejam só), “têm uma vida própria, com características próprias. Nós precisamos atendê-los”. Incrível. Visionário, não é mesmo?
Telejornais conversados, reportagens com plano sequência, inteligíveis para todos, e com temas pertinentes à vida de qualquer cidadão comum fazem parte do noticiário da Record há anos. Por algum milagre, deixarão de ser apelidados de “sensacionalistas” e “apelativos”.
Percebam o quanto um homem pode se regenerar, nas sábias palavras de Florisbal: “Eles têm que ver a sua realidade retratada nos telejornais. Eles querem ter uma linguagem mais simples, para entender melhor.” Eles quem? A classe média “emergente”.
Mais um pouco e a Globo admitirá que existem pobres neste país! E é capaz até de colocá-los em sua programação, sempre tão elitista, repleta de milionários em seus jatinhos, nas novelas em que os ricos e canalhas sempre se dão bem.
Na Record, favela é cenário desde Vidas Opostas, novela de 2006. Repito: 2006. Pela entrevista, somos advertidos que a próxima novela de Aguinaldo Silva vai se passar na “periferia”. Uau. Que revolução.
Capaz de vermos gente humilde vestida com roupas humildes na tela da Globo. Como farão com os merchandisings? Fiquei curiosíssimo.
Florisbal, mediúnico como ele só, percebeu que houve em nosso país uma forte “mobilidade social ocorrida em função do crescimento da renda e do emprego”.
Talvez isso explique a crise por que passam o PSDB e o DEM (não, não mudei de assunto). Mais um pouco, uma década talvez, e a Globo vai perceber que o governo Lula acabou. Entrou uma mulher no lugar. É o que dizem por aí.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

76 aniversario de Roger Hargreaves

Roger Hargreaves
Nascimento 9 de maio de 1935
Cleckheaton, Yorkshire, Inglaterra
Morte 11 de setembro de 1988
Royal Tunbridge Wells, Kent, Inglaterra
Ocupação Escritor, ilustrador
Nacionalidade Britânico
Período de atividade 1971–1988
Charles Roger Hargreaves (9 de maio de 193511 de setembro de 1988) foi um autor e ilustrador britânico de livros infantis, mais conhecido por seu trabalho nas séries Mr. Men e Little Miss. Suas histórias simples e singelas, combinadas a ilustrações de cores vivas e traços fortes, permaneceram na cultura popular por mais de 25 anos, sendo traduzidas para 15 idiomas e vendendo mais de 100 milhões de cópias ao redor do mundo.[1][2][3]

Índice

[esconder]

Biografia

Filho do produtor de Alfred Hargreaves e de Ethel Pickles, Charles Roger nasceu em 1935 em Cleckheaton, Yorkshire. Deixou a escola em 1953 para ajudar na lavanderia de seu pai, sendo forçado a também abandoná-la quando foi convocado pela aeronáutica em 1955, servindo na Força Aérea Real até 1957. Nesse meio tempo Alfred morreu, e sua loja, vendida. De volta à vida civil, Roger passou a trabalhar no ramo publicitário.[4]
No começo da década de 1970, já casado, com filhos e determinado a passar mais tempo em casa com sua jovem família, Roger decidiu se dedicar à escrever e ilustrar livros infantis. Seu projeto era criar histórias curtas o bastante para serem lidas em pouco tempo que, combinadas a imagens de cores vibrantes e chamativas, seriam apresentadas em livros de formato pequeno, características destinadas a agradar e se adequar ao universo infanto-juvenil.[3]
Em 1971, enquanto trabalhava na campanha de um cliente, Roger esboçou o primeiro de seus personagens, e em agosto do mesmo ano eram lançadas pela editora Fabbri and Partners Ltd os primeiros seis livros de uma série chamada MrMr Bump, Mr Greedy, Mr Happy, Mr Nosey, Mr Sneeze e Mr Tickle. Em 1974, como parte de um projeto de licenciamento dos personagens, os livros foram renomeados para Mr Men, nome pelo qual acabaram tornando-se célebres.[4]
O empreendimento de licenciar suas criações para que empresas terceirizadas produzissem produtos variados garantiu a Roger a continuidade do sucesso de suas obras, que em 1981 haviam vendido apenas no Reino Unido mais de 31 milhões de cópias. Além dos livros e do merchandising, Mr Men deu origem também a tiras diárias publicadas no Daily Mirror, um desenho animado exibido pela BBC e o spin-off Little Miss.[4]
Após sofrer uma série de derrames, Roger Hargreaves morreu em 1988 na cidade de Royal Tunbridge Wells, em Kent, aos 53 anos.[4]

Obras publicadas

Mr. Tickle (1971). O primeiro livro da série Mr. Men.

  • Mr Men
  • Little Miss
  • Walter Worm
  • John Mouse
  • Albert Elephant, Count Worm and Grandfather Clock
  • I am...
  • Timbuctoo
  • Hippo Potto and Mouse
  • Easy Peasy People
  • Roundy and Squarey

Referências

  1. "People of 1988: Obituaries", 1989 Britannica Book of the Year, Chicago: Encyclopaedia Britannica, Inc., 1989, ISBN 0-85229-504-9
  2. "Mr Men celebrate 30 years". BBC News, 29 de outubro de 2001
  3. a b "Roger Hargreaves". Scotsman.com, 11 de novembro de 2006
  4. a b c d "Hargreaves, (Charles) Roger". Oxford Dictionary of National Biography


76 aniversario de Roger Hargreaves

Roger Hargreaves
Nascimento 9 de maio de 1935
Cleckheaton, Yorkshire, Inglaterra
Morte 11 de setembro de 1988
Royal Tunbridge Wells, Kent, Inglaterra
Ocupação Escritor, ilustrador
Nacionalidade Britânico
Período de atividade 1971–1988
Charles Roger Hargreaves (9 de maio de 193511 de setembro de 1988) foi um autor e ilustrador britânico de livros infantis, mais conhecido por seu trabalho nas séries Mr. Men e Little Miss. Suas histórias simples e singelas, combinadas a ilustrações de cores vivas e traços fortes, permaneceram na cultura popular por mais de 25 anos, sendo traduzidas para 15 idiomas e vendendo mais de 100 milhões de cópias ao redor do mundo.[1][2][3]

Índice

[esconder]

Biografia

Filho do produtor de Alfred Hargreaves e de Ethel Pickles, Charles Roger nasceu em 1935 em Cleckheaton, Yorkshire. Deixou a escola em 1953 para ajudar na lavanderia de seu pai, sendo forçado a também abandoná-la quando foi convocado pela aeronáutica em 1955, servindo na Força Aérea Real até 1957. Nesse meio tempo Alfred morreu, e sua loja, vendida. De volta à vida civil, Roger passou a trabalhar no ramo publicitário.[4]
No começo da década de 1970, já casado, com filhos e determinado a passar mais tempo em casa com sua jovem família, Roger decidiu se dedicar à escrever e ilustrar livros infantis. Seu projeto era criar histórias curtas o bastante para serem lidas em pouco tempo que, combinadas a imagens de cores vibrantes e chamativas, seriam apresentadas em livros de formato pequeno, características destinadas a agradar e se adequar ao universo infanto-juvenil.[3]
Em 1971, enquanto trabalhava na campanha de um cliente, Roger esboçou o primeiro de seus personagens, e em agosto do mesmo ano eram lançadas pela editora Fabbri and Partners Ltd os primeiros seis livros de uma série chamada MrMr Bump, Mr Greedy, Mr Happy, Mr Nosey, Mr Sneeze e Mr Tickle. Em 1974, como parte de um projeto de licenciamento dos personagens, os livros foram renomeados para Mr Men, nome pelo qual acabaram tornando-se célebres.[4]
O empreendimento de licenciar suas criações para que empresas terceirizadas produzissem produtos variados garantiu a Roger a continuidade do sucesso de suas obras, que em 1981 haviam vendido apenas no Reino Unido mais de 31 milhões de cópias. Além dos livros e do merchandising, Mr Men deu origem também a tiras diárias publicadas no Daily Mirror, um desenho animado exibido pela BBC e o spin-off Little Miss.[4]
Após sofrer uma série de derrames, Roger Hargreaves morreu em 1988 na cidade de Royal Tunbridge Wells, em Kent, aos 53 anos.[4]

Obras publicadas

Mr. Tickle (1971). O primeiro livro da série Mr. Men.

  • Mr Men
  • Little Miss
  • Walter Worm
  • John Mouse
  • Albert Elephant, Count Worm and Grandfather Clock
  • I am...
  • Timbuctoo
  • Hippo Potto and Mouse
  • Easy Peasy People
  • Roundy and Squarey

Referências

  1. "People of 1988: Obituaries", 1989 Britannica Book of the Year, Chicago: Encyclopaedia Britannica, Inc., 1989, ISBN 0-85229-504-9
  2. "Mr Men celebrate 30 years". BBC News, 29 de outubro de 2001
  3. a b "Roger Hargreaves". Scotsman.com, 11 de novembro de 2006
  4. a b c d "Hargreaves, (Charles) Roger". Oxford Dictionary of National Biography


76 aniversario de Roger Hargreaves

Roger Hargreaves
Nascimento 9 de maio de 1935
Cleckheaton, Yorkshire, Inglaterra
Morte 11 de setembro de 1988
Royal Tunbridge Wells, Kent, Inglaterra
Ocupação Escritor, ilustrador
Nacionalidade Britânico
Período de atividade 1971–1988
Charles Roger Hargreaves (9 de maio de 193511 de setembro de 1988) foi um autor e ilustrador britânico de livros infantis, mais conhecido por seu trabalho nas séries Mr. Men e Little Miss. Suas histórias simples e singelas, combinadas a ilustrações de cores vivas e traços fortes, permaneceram na cultura popular por mais de 25 anos, sendo traduzidas para 15 idiomas e vendendo mais de 100 milhões de cópias ao redor do mundo.[1][2][3]

Índice

[esconder]

Biografia

Filho do produtor de Alfred Hargreaves e de Ethel Pickles, Charles Roger nasceu em 1935 em Cleckheaton, Yorkshire. Deixou a escola em 1953 para ajudar na lavanderia de seu pai, sendo forçado a também abandoná-la quando foi convocado pela aeronáutica em 1955, servindo na Força Aérea Real até 1957. Nesse meio tempo Alfred morreu, e sua loja, vendida. De volta à vida civil, Roger passou a trabalhar no ramo publicitário.[4]
No começo da década de 1970, já casado, com filhos e determinado a passar mais tempo em casa com sua jovem família, Roger decidiu se dedicar à escrever e ilustrar livros infantis. Seu projeto era criar histórias curtas o bastante para serem lidas em pouco tempo que, combinadas a imagens de cores vibrantes e chamativas, seriam apresentadas em livros de formato pequeno, características destinadas a agradar e se adequar ao universo infanto-juvenil.[3]
Em 1971, enquanto trabalhava na campanha de um cliente, Roger esboçou o primeiro de seus personagens, e em agosto do mesmo ano eram lançadas pela editora Fabbri and Partners Ltd os primeiros seis livros de uma série chamada MrMr Bump, Mr Greedy, Mr Happy, Mr Nosey, Mr Sneeze e Mr Tickle. Em 1974, como parte de um projeto de licenciamento dos personagens, os livros foram renomeados para Mr Men, nome pelo qual acabaram tornando-se célebres.[4]
O empreendimento de licenciar suas criações para que empresas terceirizadas produzissem produtos variados garantiu a Roger a continuidade do sucesso de suas obras, que em 1981 haviam vendido apenas no Reino Unido mais de 31 milhões de cópias. Além dos livros e do merchandising, Mr Men deu origem também a tiras diárias publicadas no Daily Mirror, um desenho animado exibido pela BBC e o spin-off Little Miss.[4]
Após sofrer uma série de derrames, Roger Hargreaves morreu em 1988 na cidade de Royal Tunbridge Wells, em Kent, aos 53 anos.[4]

Obras publicadas

Mr. Tickle (1971). O primeiro livro da série Mr. Men.

  • Mr Men
  • Little Miss
  • Walter Worm
  • John Mouse
  • Albert Elephant, Count Worm and Grandfather Clock
  • I am...
  • Timbuctoo
  • Hippo Potto and Mouse
  • Easy Peasy People
  • Roundy and Squarey

Referências

  1. "People of 1988: Obituaries", 1989 Britannica Book of the Year, Chicago: Encyclopaedia Britannica, Inc., 1989, ISBN 0-85229-504-9
  2. "Mr Men celebrate 30 years". BBC News, 29 de outubro de 2001
  3. a b "Roger Hargreaves". Scotsman.com, 11 de novembro de 2006
  4. a b c d "Hargreaves, (Charles) Roger". Oxford Dictionary of National Biography


domingo, 8 de maio de 2011

Baixar Messenger Plus! Live 5.0

Baixar Messenger Plus! Live 5.0

Agora o Plus! está completo: totalmente compatível com o Windows Live Messenger 2011! Se você já era fã do Messenger Plus!, vai adorar esta novidade: uma nova versão foi lançada, totalmente compatível com o MSN Messenger 2011.O software está totalmente novo, com muitas funções que vão agradar a todos os usuários. A interface foi modernizada para deixar o seu desktop ainda mais bonito e moderno. Com o novo Messenger Plus! suas conversas nãos serão mais as mesmas!

Tamanho: 7,21 MB

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